O certo ou o errado?
Estava lendo um blog de uma pessoa querida que há muito não a via, e entre alguns ítens e outros, me chamou atenção o que falava de relacionamentos, o primeiro falava o sobre a “internet” (orkut, facebook, twitter, etc) a preocupação das pessoas em mostrar para o mundo sua felicidade (ou infelicidade), outro, sobre o relacionamento sério, o quão hoje relacionamentos cada vez mais descartáveis...
Bom, acordei hoje refletindo exatamente sobre relacionamento. Ontem, ainda pensando sobre o assunto, estava tentando desvendar sobre o certo e o errado de uma relação à dois, como possíveis erros da mulher e possíveis erros do homem, qual seria a conduta correta? Qual seria o certo e o errado? Amar demais? Deixar livre demais? A resposta parece ser simples: o equilíbrio! De fato, o problema é: e quando você se sente exatamente nesse equilíbrio? E mesmo assim não dá certo? Você passa a avaliar novamente... Será que foi sem graça demais? Calmo demais? Poderia ter feito mais? Dado mais amor? Ou esperado mais, para que o relacionamento fosse evoluindo aos poucos? Será mesmo que iria evoluir? Vem aquele turbilhão de dúvidas e tentativas de justificativas... Eis que surge aquela “sábia” frase: "ah! era porque vocês eram muito diferentes!" Mas, as pessoas não são diferentes? Sabemos o quão é difícil conviver com pessoas do mesmo sangue, mais difícil ainda, é conviver com alguém que não é, não tem os mesmos valores, mesma educação, mesmos costumes, etc. E se fosse igual e mesmo assim não desse certo? Qual seria a justificativa: "ah! era porque vocês eram muito parecidos!". Nessa hora você já quis jogar todos os objetos presentes na sua frente. à pessoa que disse isso. Existe também a mais famosa e convincente justificativa: “se não foi é porque Deus não quis e guarda algo melhor pra você”. Nossa essa definitivamente... não agüento mais! A verdade é que as pessoas estão desaprendendo a lutar, está tudo muito fácil, a internet é umas das facilitadoras para isso, quando digo fácil, digo fácil para tudo, para se aproximar de alguém, ou para nos afastar de alguém, através da internet se você não está namorando lhe aproxima de alguém interessante (ou não), se você está namorando é bem capaz que descubra algo por ali que não vá lhe agradar, se o relacionamento está morno e você por um acaso entra na internet, basta um “oiii” de alguém do passado, que a conversa começa a fluir, aí, pronto: um pé para a infidelidade masculina (desculpem o machismo), o fato é que o medo trás insegurança e a insegurança deixa o foco meio embaçado, e isso tudo favorece o fim de um relacionamento, que muitas vezes, tem terminado antes mesmo do seu amadurecimento. Ninguém sabe mais lutar? As pessoas não sabem mais construir relacionamentos? As facilidades da vida estão aí! Mas pra quê dar tanta importância às facilidades se quando você está solteiro tem estas mesmas coisas à sua disposição?! Então, por que quando está junto não tenta fazer valer à pena e viver intensamente o relacionamento?! Simples: medo! Veja bem, se você tem medo e não sabe lutar contra ele, é bom aprender! Ou então ficará sozinho. (não estou me excluindo deste meio)
Vejo também relacionamentos em que as pessoas tentam, mas tentam em vão, se iludindo tentando "tapar o sol com peneira" pensando em tempo de relacionamento e não em qualidade do relacionamento. Ando vendo muitos casamentos sendo desfeitos, e me pergunto: porque os relacionamentos não duram como antigamente? Será pela evolução do poder da mulher provocando o tal medo e insegurança nos homens? Será a independência financeira delas, será o feminismo e a luta pela igualdade entre homens e mulheres, tanta igualdade que está se igualando até na infidelidade deles? E viva a evolução! (ou não). O fato é que o homem ainda está assustado com tanta evolução feminina, afinal de contas eles cresceram ouvindo o pai ensinando outra coisa sobre o universo feminino, que eles iriam “pegar geral”, que elas são indefesas, etc e agora eles as vêem assim: tão independentes, poderosas, assumindo cargos (Veja nossa Presidente! Quanta evolução!) mas também “pegando geral”, com iniciativas, sendo até mais “pra frente” que eles mesmos... isso tudo os assusta, assusta à mim, imagine à eles! Realmente esse mundo está moderno demais. Mas não estou aqui para julgar certas atitudes femininas, esta, porém, é uma discussão ampla para ser discutida em outro momento. O que estou tentando entender são os “por quê’s”, aquelas perguntinhas básicas que surgem para reflexão pós-relacionamento. Lembrando que o “insucesso” que nem sempre é “insucesso” não depende de um fator só... como diz Jabor: “Terminou porque não deu certo? Deu sim, como não?! E os momentos de felicidades que vocês tiveram juntos? E as boas lembranças?! Durou o tempo que deveria durar.” Mas compreendo que quando dizemos isso, “insucesso”, principalmente nós mulheres, que temos a triste ilusão de que a frase “e viveram felizes para sempre” é real, daí vem a frustração de que não deu certo, quando ficamos com alguém pensamos assim: “é esse!!!”, "É esse o responsável pela sua felicidade eterna". Ah, mulheres. No entanto vem mais uma dúvida, durou o tempo que deveria durar, mas... pra quê empurrar um relacionamento? Muitas vezes, quando encontro um casal, “perfeitinho” que de longe parece ser tudo legal, namoram há anos, fazem tudo juntos, etc. Quanto você passa a conviver percebe que não são felizes. Que tudo não passa de um relacionamento social, eu pergunto mais uma vez, pra quê?! Ambos estão deixando de viver outras aventuras, conhecer novas pessoas, por causa da tal frase?! Será que não é melhor, ao invés de esperar 5 anos para ver que “não deu certo”, esperar apenas um/dois anos, que dá pra conhecer legal uma pessoa e avaliar se vale ou não continuar? Nesse caso a pessoa economiza 4 anos vivendo outras coisas, novas oportunidades... Bom, enfim, confesso que ando um tanto quanto confusa com relação a relacionamentos. E que sou sim uma mulher de fases, ora extremamente romântica, ora racional. O que será melhor pra mim, não sei, lembrando que nem sempre o que é melhor pra mim naquele momento é o melhor pra mim com relação ao relacionamento. E acho que as pessoas andam confundindo um pouco “liberdade com libertinagem”. Mas uma coisa tenho que admitir essa pra mim é uma fase confusa, porém, bacana! A fase da reflexão, do autoconhecimento, dos porquê’s, de uma certa independência de namorado. De fato concluo que não existe felicidade eterna, todo e qualquer relacionamento requer cuidado, e precisa ser regado todos os dias, e mesmo assim terá “dias de extrema felicidade” e não “vida de extrema felicidade”. Tudo na vida tem seus “altos e baixos”, mas a confusão na cabeça permanece... será que vale mais lutar (ou isso é tapar o sol com a peneira) ou vale mais não perder tempo e seguir em frente (na busca infinita por alguém que se encaixe perfeitamente à nós)?! Qual será o certo ou o errado?! Fica a dúvida no ar... aceito sugestões!
Bom, acordei hoje refletindo exatamente sobre relacionamento. Ontem, ainda pensando sobre o assunto, estava tentando desvendar sobre o certo e o errado de uma relação à dois, como possíveis erros da mulher e possíveis erros do homem, qual seria a conduta correta? Qual seria o certo e o errado? Amar demais? Deixar livre demais? A resposta parece ser simples: o equilíbrio! De fato, o problema é: e quando você se sente exatamente nesse equilíbrio? E mesmo assim não dá certo? Você passa a avaliar novamente... Será que foi sem graça demais? Calmo demais? Poderia ter feito mais? Dado mais amor? Ou esperado mais, para que o relacionamento fosse evoluindo aos poucos? Será mesmo que iria evoluir? Vem aquele turbilhão de dúvidas e tentativas de justificativas... Eis que surge aquela “sábia” frase: "ah! era porque vocês eram muito diferentes!" Mas, as pessoas não são diferentes? Sabemos o quão é difícil conviver com pessoas do mesmo sangue, mais difícil ainda, é conviver com alguém que não é, não tem os mesmos valores, mesma educação, mesmos costumes, etc. E se fosse igual e mesmo assim não desse certo? Qual seria a justificativa: "ah! era porque vocês eram muito parecidos!". Nessa hora você já quis jogar todos os objetos presentes na sua frente. à pessoa que disse isso. Existe também a mais famosa e convincente justificativa: “se não foi é porque Deus não quis e guarda algo melhor pra você”. Nossa essa definitivamente... não agüento mais! A verdade é que as pessoas estão desaprendendo a lutar, está tudo muito fácil, a internet é umas das facilitadoras para isso, quando digo fácil, digo fácil para tudo, para se aproximar de alguém, ou para nos afastar de alguém, através da internet se você não está namorando lhe aproxima de alguém interessante (ou não), se você está namorando é bem capaz que descubra algo por ali que não vá lhe agradar, se o relacionamento está morno e você por um acaso entra na internet, basta um “oiii” de alguém do passado, que a conversa começa a fluir, aí, pronto: um pé para a infidelidade masculina (desculpem o machismo), o fato é que o medo trás insegurança e a insegurança deixa o foco meio embaçado, e isso tudo favorece o fim de um relacionamento, que muitas vezes, tem terminado antes mesmo do seu amadurecimento. Ninguém sabe mais lutar? As pessoas não sabem mais construir relacionamentos? As facilidades da vida estão aí! Mas pra quê dar tanta importância às facilidades se quando você está solteiro tem estas mesmas coisas à sua disposição?! Então, por que quando está junto não tenta fazer valer à pena e viver intensamente o relacionamento?! Simples: medo! Veja bem, se você tem medo e não sabe lutar contra ele, é bom aprender! Ou então ficará sozinho. (não estou me excluindo deste meio)
Vejo também relacionamentos em que as pessoas tentam, mas tentam em vão, se iludindo tentando "tapar o sol com peneira" pensando em tempo de relacionamento e não em qualidade do relacionamento. Ando vendo muitos casamentos sendo desfeitos, e me pergunto: porque os relacionamentos não duram como antigamente? Será pela evolução do poder da mulher provocando o tal medo e insegurança nos homens? Será a independência financeira delas, será o feminismo e a luta pela igualdade entre homens e mulheres, tanta igualdade que está se igualando até na infidelidade deles? E viva a evolução! (ou não). O fato é que o homem ainda está assustado com tanta evolução feminina, afinal de contas eles cresceram ouvindo o pai ensinando outra coisa sobre o universo feminino, que eles iriam “pegar geral”, que elas são indefesas, etc e agora eles as vêem assim: tão independentes, poderosas, assumindo cargos (Veja nossa Presidente! Quanta evolução!) mas também “pegando geral”, com iniciativas, sendo até mais “pra frente” que eles mesmos... isso tudo os assusta, assusta à mim, imagine à eles! Realmente esse mundo está moderno demais. Mas não estou aqui para julgar certas atitudes femininas, esta, porém, é uma discussão ampla para ser discutida em outro momento. O que estou tentando entender são os “por quê’s”, aquelas perguntinhas básicas que surgem para reflexão pós-relacionamento. Lembrando que o “insucesso” que nem sempre é “insucesso” não depende de um fator só... como diz Jabor: “Terminou porque não deu certo? Deu sim, como não?! E os momentos de felicidades que vocês tiveram juntos? E as boas lembranças?! Durou o tempo que deveria durar.” Mas compreendo que quando dizemos isso, “insucesso”, principalmente nós mulheres, que temos a triste ilusão de que a frase “e viveram felizes para sempre” é real, daí vem a frustração de que não deu certo, quando ficamos com alguém pensamos assim: “é esse!!!”, "É esse o responsável pela sua felicidade eterna". Ah, mulheres. No entanto vem mais uma dúvida, durou o tempo que deveria durar, mas... pra quê empurrar um relacionamento? Muitas vezes, quando encontro um casal, “perfeitinho” que de longe parece ser tudo legal, namoram há anos, fazem tudo juntos, etc. Quanto você passa a conviver percebe que não são felizes. Que tudo não passa de um relacionamento social, eu pergunto mais uma vez, pra quê?! Ambos estão deixando de viver outras aventuras, conhecer novas pessoas, por causa da tal frase?! Será que não é melhor, ao invés de esperar 5 anos para ver que “não deu certo”, esperar apenas um/dois anos, que dá pra conhecer legal uma pessoa e avaliar se vale ou não continuar? Nesse caso a pessoa economiza 4 anos vivendo outras coisas, novas oportunidades... Bom, enfim, confesso que ando um tanto quanto confusa com relação a relacionamentos. E que sou sim uma mulher de fases, ora extremamente romântica, ora racional. O que será melhor pra mim, não sei, lembrando que nem sempre o que é melhor pra mim naquele momento é o melhor pra mim com relação ao relacionamento. E acho que as pessoas andam confundindo um pouco “liberdade com libertinagem”. Mas uma coisa tenho que admitir essa pra mim é uma fase confusa, porém, bacana! A fase da reflexão, do autoconhecimento, dos porquê’s, de uma certa independência de namorado. De fato concluo que não existe felicidade eterna, todo e qualquer relacionamento requer cuidado, e precisa ser regado todos os dias, e mesmo assim terá “dias de extrema felicidade” e não “vida de extrema felicidade”. Tudo na vida tem seus “altos e baixos”, mas a confusão na cabeça permanece... será que vale mais lutar (ou isso é tapar o sol com a peneira) ou vale mais não perder tempo e seguir em frente (na busca infinita por alguém que se encaixe perfeitamente à nós)?! Qual será o certo ou o errado?! Fica a dúvida no ar... aceito sugestões!


Na verdade,li o texto em busca da resposta da sua última pergunta hahaha.
ResponderExcluirKkkk... Eu tambeeeem!!!
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